Los Angeles, a capital do cinema: o mercado e festivais

Poucas pessoas sabem, mas Los Angeles foi escolhida para ser um dos maiores centros cinematográficos do mundo, por questões geográficas e climáticas. Lá podemos produzir filmes com um clima ensolarado e em diversos tipos de paisagens, que vão do centro urbano ao deserto da estrada de Las Vegas.

Anthony Esposito, é produtor do Arpa Film Festival, que ocorre em Hollywood, L.A. O último evento do festival teve 56 filmes de 23 países, sendo um lugar multicultural, onde as pessoas que trabalham com cinema podem fazer contatos e exibir seus filmes. “Sempre levantamos fundos para o festival com patrocinadores. É uma organização sem fins lucrativos”.

O American Film Festival contribui para o mercado de cinema, fazendo uma ponte entre as produtoras e distribuidoras de conteúdo. Dentro da feira, achamos o stand de Okinawa, do Japão, pelo qual subsidia até 50% de um filme, não passando de 300.000 dólares. Além disso, o filme precisa ser gravado em Okinawa e coproduzido em uma produtora local, movimentando a economia e o turismo da região.

A SpCine, é um exemplo de empresa pública feita para incentivar o cinema nacional, principalmente na cidade de São Paulo. Para se fazer um filme na capital paulista, as equipes pequenas possuíam grande dificuldade para conseguir autorização. Hoje em dia, elas conseguem produzir de graça, sem muitas complicações, graças a essa empresa.

Sendo assim, há uma grande busca de cidades que desejam ser cenários de filmes, para uma maior visibilidade e turismo local. Um exemplo é a produção Game of Thrones, onde lugares de todo mundo investem na série da HBO.

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